SINAIS: A PLANTA ESTÁ PEDINDO SOCORRO!
As plantas podem adoecer por vários motivos, tais como intoxicações, fungos, bactérias, vírus, ataque de insetos, lesmas, carmujos e alguns tipo de aranhas.
Sintoma:
apodrecimento de folhas e raízes ou planta com aspecto murcho. Muito comum em exemplares plantados em vasos, como violetas
e herbáceas. Possível causa: excesso de água, os vegetais tendem a
morrer mais rápido pela abundância do que pela falta de regas. Solução: uma boa forma de saber se é necessário regar é
colocar o dedo na terra. Se o substrato estiver úmido, não molhe. Ao irrigar,
também observe se a água sai pelo furo de drenagem do recipiente, se sim, a
terra está encharcada e a quantidade deve ser diminuída.
Sintoma:
planta pálida e murcha, comumente sem folhas brilhantes e com aparência geral
de fraqueza, que se caracteriza pelo crescimento tímido e por floração mirrada. Possível causa: falta de água. A regularidade nas regas impede que a planta
seja submetida a estresse hídrico, que pode ocorrer tanto pela falta, como pelo
excesso de irrigação. Solução: aumente a frequência das regas, verificando a
secura do substrato. Porém, águe o exemplar de modo que o excedente que é
eliminado pelo furo de drenagem (plantas em vasos) seja mínimo. Importante:
todos os vegetais têm um "ponto de murcha", que ao
ser atingido, indica que a plantinha não vai se recuperar, mesmo que receba
água e cuidado.
Sintoma: presença de insetos sugadores muito pequenos que
se localizam em brotações e folhas novas ou na face inferior das folhas
adultas, provocando enrugamento e tornando-as amareladas e sem seu colorido
habitual. Possível causa: ataque de pulgões. Esses bichinhos podem ser
verdes, amarelos, vermelhos ou pretos, com ou sem asas, e tendem a transmitir
viroses que causam doenças nos vegetais. Seus dejetos açucarados sobre as
folhas também favorecem a instalação de fungos e o aparecimento de formigas. Atenção:
infestações intensas causam a morte do exemplar. Solução: pulverize a planta
com solução de água e sabão, calda de fumo ou macerado de urtiga.
Sintoma:
folhas com as pontas necrosadas ("queimadas" e escurecidas) ou
desidratação e "queima" generalizada das folhas. Possível causa: adubo demais. O excesso de nutrientes é prejudicial às plantas e as que recebem
quantidades de adubo maiores que o recomendado podem chegar à morte. Solução:
regue abundantemente o exemplar para retirar o adubo da terra. Se o insumo
utilizado for foliar, lave as folhas. Em seguida, aguarde alguns dias para
observar a extensão dos danos. Se eles não forem muito intensos, a planta
deverá voltar a brotar. Todavia, a brotação dependerá da época do ano, já que
no inverno os vegetais estão em dormência.
Sintoma: surgimento de excrementos (bolinhas verdes ou
pretas) sobre as folhas ou o substrato. Possível causa: presença de lagartas,
formas jovens das borboletas ou mariposas. Elas alimentam-se de folhas e brotos
novos das plantas, podem ter o corpo coberto de pelos venenosos que causam
queimaduras na pele. Cuidado: há registros de casos de queimaduras graves,
choque anafilático e até a morte. As palmeiras são muito atacadas por lagartas,
que tecem teias sedosas, enovelando as folhas e formando casulos. Solução:
identifique visualmente os ovos das borboletas, geralmente depositados em
colônias no verso das folhas, eliminando-os por esmagamento manual. Procure
pelas lagartas adultas nas folhas que apresentarem bordas comidas, retirando-as
com auxilio de uma vareta e queime-as. Por fim, localize o ninho construído
pelo agrupamento de vários folíolos, onde os bichinhos se escondem durante o
dia, agrupados em colônias, e depois de retirá-los, queime-os.


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